-
-
No infinito da nossa solidão
o tempo vai passando devagar
os sinos tocam no meu coração.
Um vento chega e movimenta a folha
da flor do livro desta nossa vida
e pronto a leva que se esvai em bolha.
Uma por uma, vazia de odores
leve canção de querer e não ser
tempo-momento que é noite sem cores.
Mas, fantasia vem e muda os fatos
no teatro da espera, os amigos
em cenas de aurora, em final de atos.
Um riso alegre vem com esperança
ouvir palavras, receber amores
felicidade – chega uma criança...
É brisa que de leve toca as flores!
(Célia Lamounier de Araújo)
*****
Clique na figura abaixo
e envie esta página para até 10 pessoas
|